Terça-feira, Agosto 12, 2008

Lua-de-Mel

Fotografia: Arches National Park

“Estou na Lua-de-mel – road trip por uma parte dos Estados Unidos: Nevada, California, etc; com o “auge” na descida (e subida!!), a pé, do topo do Grand Canyon até ao Colorado – caminhada esta onde o Tomás e eu concretizamos um dos nossos sonhos de, juntos, desafiar a nossa resistência, persistência e sobrevivência ao mesmo tempo que desfrutávamos da natureza num dos seus mais sublimes esplendores. Sabe bem poder ainda dizer que sobrevivemos ao primeiro sonho em vez de dizer que ultrapassamos o primeiro desafio! ;) (quando chegarmos à nossa casinha toda cheia de pó e com mil coisas por fazer… aí é que vamos ter Desafios, com D grande…:P )

MAS, o que não parei de pensar na viagem na Hw1 de Santa Cruz a Santa Barbara foi na sorte inacreditável que tenho em tudo. E nem estou a contar com o Tomás que é o meu Euromilhões! Estou a falar da minha família e dos meus amigos que interiormente sou tantas vezes injusta só por achar que não me estão a dar nenhuma atenção (sim, infelizmente é verdade, está mais que confirmado e sublinhado: sou muito mimada. Mas ao menos sou mimada com essa consciência e com a capacidade também muito grande de não sofrer tanto por o ser! Se é que me faço entender…). A verdade é que eu não tenho direito nenhum de me queixar!! Cheguei à conclusão que tenho mesmo muitos e bons amigos. Ainda por cima eu, um infernozinho de mau feitio! Tenho uma sorte descomunal… que só me dá vontade de passar o resto da vida a agradecer por aquilo que tenho!

A minha avó, minha querida madrinha de baptismo, deu-me um conselho, agora pelo casamento, que hei de conservar para toda a vida – para ser sempre amiga do Tomás. Depois o meu tio ZP deu outro conselho, resumindo, de que os amigos são também das coisas mais importantes da vida, e por isso devem ser bem “regados”. E é isso que tenciono fazer.

Neste momento estou com uma necessidade gigante de agradecer a todos em particular por tudo em geral! Por isso vou tentar, da melhor maneira que sei, com o meu coração, dizer agora quem me deixou ainda mais feliz no que naturalmente já teria sido no dia do meu casamento com o Tomás.

Quero agradecer:

A toda a família. Aos tios Cabrais pela ajuda pré-casamento; aos avós pela moral pregada; à Leonor e ao Jaime pelas ajudas no coro, nas leituras e no missal; à Leonor não por ser minha irmã mas por ser a minha melhor amiga e por estar sempre do meu lado e a torcer por mim nos bons e maus momentos e até mesmo quando eu acho que não preciso de ajuda; aos meus pais por tudo e mais alguma coisa, ao meu pai pela alegria enquanto trabalhava para o casamento (enquanto eu estava em Lisboa…a trabalhar ou a ver se conseguia apanhar sol…) nas duas semanas antes do dia D, à minha mãe pelo rigor com que tratava de tudo sem se esquecer de nada e especialmente pela paciência em me aturar nas decisões que andavam sempre a mudar…e aos dois, mais uma vez, pelo natural esforço económico - custa-me acreditar que mereço tanto.

Aos amigos amigos. Ao João e à Joana SR pelas sms de tranquilidade e serenidade nas vésperas. À Ana S. que, mesmo com a sua gigante personalidade aguentou a minha, e, sem berrar muito comigo me “guiou” de Lisboa ao Bbr. À Sofia M. que chorou no fim da cerimónia e eu nem percebi! e que me tirou o véu. À Chica BS que não pode estar presente mas que nunca se esqueceu de mim. À Sofia S. e à Yasmine terem vindo de tão longe (França e Egipto). Ao Diogo E. por ter ido e por ter olhado para nós com um sorriso antes da oração universal. À Vitória pela companhia, pela fidelidade, pela coragem e pela generosidade...para não dizer mais… por ser uma grande amiga. À Catita pela companhia na véspera, pelos agrafos nos missais e pelo transporte dos cartazes das mesas. À Madalena O. pelo forte abraço. À Marta M. pelas palavras escritas. Ao Sérgio M. pela sua energia positiva que me faz sempre ter a sensação confiança e transparência de pensamento. À Catarina S., Maria B., Marianas C. e Miguel LF pelas sms e telefonemas pós casamento. Por fim, mas a mais importante, à Luisa CC por tudo o que agradeci ao outros, pela sua extrema bondade escondida e ainda pelo seu sentido prático apuradíssimo.

Tenho que agradecer ainda ao tio Francisco SB pelas fotografias espectaculares que tirou (à borliú!!!). À tia Maria L. pelo telefonema amoroso e inesperado a aceitar o convite.”

Julho.2008

Domingo, Maio 18, 2008

a nossa árvore...

DIA D: 12.07.2008

Segunda-feira, Maio 05, 2008

Diferentes pintores, diferentes pessoas, diferentes noções de Paisagem

VIVA AS DIFERENÇAS!

video

Esta foi uma parte do filme que fiz para minha apresentação de fim de curso e o que segue é um excerto de um dos capítulos do trabalho escrito.

Capítulo Paisagem pg. 21.

"Resultado do conjunto de valores que formaram a nossa cultura consumista, a Paisagem “objectivada”, ou seja, vista como um sistema cujas partes e relações podem ser sujeitas a análises, não consegue englobar os fenómenos emocionais e fenomenológicos, tornando a definição incompleta ou parcial. É neste sentido que os arquitectos paisagistas e todos aqueles que reflectem sobre a transformação/projecto na Paisagem se deparam com um conceito de duplo sentido. Por um lado a Paisagem é o objecto que tentam compreender e controlar, por outro a Paisagem é o espelho dos seus desejos e ideais, a fonte do sentido e a precursora de novos sentidos. Se uma destas duas “faces da mesma moeda” é ignorada, torna-se impossível projectar espaços que apelem à imaginação das pessoas. (VROOM, 2006). Ou, por outras palavras, espaços que se tornem Lugares.

O geógrafo J.B.Jackson, tentando compreender e explicar, durante mais de vinte e cinco anos “aquele aspecto do ambiente ao qual nós chamamos de Paisagem”, refere em 1984: “tenho que admitir que esse conceito continua a iludir-me. Mas talvez isto se deva ao facto de eu persistir em olhar para a Paisagem não como uma cena ou entidade ecológica, mas como uma entidade poética ou cultural que vai mudando o rumo da história” (citado por VROOM, 2006, p. 178). Então, se por um lado a Paisagem não é simplesmente um objecto nem um conjunto de objectos configurados pela natureza ou transformados pela acção humana, por outro lado a Paisagem também não é a natureza nem o meio físico que nos rodeia ou sobre o qual nos situamos. Por esta razão, existem ainda outras formas de compreender a Paisagem que enfatizam os factores subjectivos e culturais..."

Sábado, Abril 19, 2008

Júlio Pomar

No outro dia a minha avó, com a sua característica humildade (o que às vezes perturba-me um pouco uma vez que sei que sou mil vezes pior e mesmo assim “atrevo-me” a pensar ou comentar assuntos difíceis ou que não domino), deu-me um livro que reunia peças de pintura contemporânea postas em leilão dizendo: “Toma que deves gostar, eu não percebo nada disto! (e mais baixinho) Sempre me fez confusão a arte moderna, abstracta.”

Eu percebo que a arte abstracta é difícil de gostar, ou entender, no entanto sempre senti que há coisas/obras que pura e simplesmente são arte. Sem querer ser redutora mas ao mesmo tempo sendo, são obras que são belas e transmitem uma qualquer emoção forte, e por isso perguntei: “E Júlio Pomar, avó? Também não gosta?”

Ao que me responde com um cru: “Não.”

Para mim pensei a rir… pois.. o Júlio Pomar tem dias… mas é engraçado porque se há tanta mas tanta coisa que me faz querer ser parecida com a minha avó, também à muitas outras que me deixam feliz por ser tão diferente.

Domingo, Março 23, 2008

Berlim

Quarta-feira, Março 12, 2008

video

Este post não faz sentido para quem não se interessa, não sabe e nem quer saber/ conhecer os conteúdos do meu trabalho de fim de curso, como também não faz sentido para quem, mesmo interessado, não o leu.

".... a espiral simboliza uma linha que dá voltas sucessivas em torno de um núcleo que é o objecto do projecto. Na linha da espiral, os diferentes tipos de desenho, sem nenhuma ordenação fixa ou rígida, são articulados com as diferentes fases do processo de criação, num processo evolutivo e progressivo de movimento ascendente onde a forma do objecto se constrói e reconstrói. É a linha da espiral, o processo do desenho que configura e dá forma ao objecto.

Este ciclo aberto, que se constrói progressivamente, não é um ciclo quebrado exactamente devido à importância dada ao desenho de re-apreensão no projecto de arquitectura paisagista, o que faz com que não se passe “automaticamente” de um objecto para outro totalmente distinto. Por outro lado, apesar de indicar um movimento constante, a espiral traduz, ao mesmo tempo, equilíbrio e ordem inseridos numa permanente mudança, que não são mais do que as características próprias do objecto de trabalho do arquitecto paisagista. Também são características próprias da Paisagem, e da “espiral natural”, o facto de a sua evolução ser irrepetível, não havendo na verdade um retorno ao mesmo lugar mas sempre um acrescento do tempo em relação a cada lugar.Com este modelo que articula indiferenciadamente os diferentes tipos de desenho numa linha una, permite-se que cada projecto se baseie na lógica ao mesmo tempo que confia na intuição, onde as numerosas decisões baseadas tanto na dedução (de componente racional) como em saltos indutivos (nos momentos intuitivos/criativos) são auxiliadas por um processo desenhado ...."

Sexta-feira, Março 07, 2008

Illustration Friday - Garden - O meu jardim surrealista

Este post não é recente.

Já o tinha “post” antes! :P

Mas o tema do ilustration Friday era “jardim” e não resisti em (re)colocá-lo

Quinta-feira, Março 06, 2008

CSS - Cansei de ser sexy: Music is my hot hot sex

O video mais visto no youtube!!

Finalmente um bom!!!!

CSS, as brasileiras electronicas.

Terça-feira, Março 04, 2008

autumn fails

Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008

MOSAIC

Aqui está uma ideia genial (cof cof) NÃO APROVEITADA pelo CISV, para um símbolo do MOSAIC…então agora com as guidelines tão “apertadas” julgo que nunca poderá ser aproveitado … e é por isso aqui mostro pelo menos uma das ideias que surgiu no tempo em que fui da comissão. Saudades aos cisvicos.

Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008

Princesa!

Ana, obrigada pelo mail!
AMEI!

Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008

Mad World

Bonito e comovente...

A curta original não tem esta musica "mad world"... que faz todo o sentido!

Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008

Flora do lago

Berlim 2007.

Terça-feira, Janeiro 29, 2008

A diferença entre olhar e ver

On ne voit pas toujours ce qu’on regarde mais on regarde toujours ce que l’ont voit

Encyclopédie

Pictionary!

:)!

Segunda-feira, Janeiro 21, 2008

Coisa bem apanhada

Há sempre coisas bem apanhadas...

João Nunes: um formoso arquitecta.

in site de um belga, http://blog.seniorennet.be/lisboa/archief.php?ID=749

Muito bom...

Quinta-feira, Janeiro 17, 2008

sem título

Quarta-feira, Janeiro 16, 2008

preconceitos zero?

Se calhar é mais honestidade 100%... :)

"gosto muito da minha mãe. gosto muito do meu pai. a leonor..."

Escrevi isto quando estava na primeira classe ...claramente estava a aprender a escrever.

No entanto parece que sabia muito bem aquilo que queria dizer. hehehe

Para me redimir tenho que escrever aqui que a Leonor, minha irmã, é das pessoas que mais amo no mundo.

Isabel Pires de Lima

Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

NATAL 2007

Sabonetes!

Este ano foi o que fiz! :D

Sábado, Dezembro 22, 2007

Resposta

RESPOSTA A UM COMENTÁRIO ANÓNIMO NO POST “INSPRAÇÃO”

Viver inspirado é uma coisa que não existe.

Nem que seja só pelo simples facto de, se alguém viver inspirado não sabe o que é não estar inspirado e daí não poder tirar quaisquer verdades absolutas.

Sou arquitecta, mas mais do que ter orgulho em o poder afirmar, tenho orgulho no que isso implica. É quase um modo de viver e um modo de pensar, é uma cultura.

Não acredito que um arquitecto precise de tirar um curso de arquitectura do mesmo modo que não acredito que tirando o curso de Arquitectura se é Arquitecto. (obviamente estou a ir a pontos extremos… exactamente porque existem não-arquitectos que se acham ou têm o sonho de ser arquitectos, é fundamental que, por lei, exista uma obrigação de conhecimento dos mínimos para poder exercer.)

Nasci numa família de arquitectos e artistas. Só em arquitectos tenho os meus avós, os meus pais, alguns tios, a minha irmã e outros tantos primos. De resto a arte vai desde a pintura à música (infelizmente está muito longe da dança… mas para isso conto com as minhas amigas Manaças e Felipa Serra, de quem gosto muito, para me cultivarem! :P). Crescer rodeada de beleza e de cultura. Crescer a ouvir opiniões subjectivas, individuais e únicas, sim, ajuda. Ajuda a criar o gosto. A criar o Amor pelo Belo e pelo quase inexplicável.

Mas também não é este facto que faz alguém ser arquitecto, a não ser que o seja por comodidade. Porque não seguir história de arte?

É sim à minha família e ao ambiente que sempre me rodeou que devo toda a minha vontade de nunca querer perder um único momento de êxtase que qualquer obra (tocada, cantada, pintada, dançada ou projectada) me pode dar. Mas só a Deus posso agradecer (se é que quero agradecer!) a incontinência de criar, a incapacidade de olhar para um espaço e não imaginar o que este foi, o que este é, mas essencialmente o que este pode vir a ser. É esta verdade que não me deixa fugir ao facto de que, quer queira quer não, quer goste quer não (em dias…), sou mais uma arquitecta no mundo, mais uma pessoa que, no seu íntimo, acredita que pode e consegue dar mais alegria às pessoas com um simples desenho materializado.

Isto tudo para concluir que maior ou menor inspiração é para mim apenas a maior ou menor vontade de marcar a diferença com aquilo que sei fazer. E isto não significa que deixo de construir na minha cabeça (o que às vezes até dava jeito para descansar..), quer antes dizer que estou feliz ou estou triste. Ou acredito mais no mundo e nas pessoas ou acredito menos no mundo e nas pessoas.

Isto que me acontece, aplicado ao projecto, não deixa de ser de uma enorme imaturidade. No entanto são estas “pulsações” que nos fazem ser melhores na prática, aprendendo (apenas se quisermos) a conciliar um sentimento momentâneo na obra projectada (útil) como se de uma obra artística se tratasse.

Como quero aprender a conciliar técnica e arte, é normal que fique frustrada quando sei que não o estou a conseguir.

Também é normal às vezes ficar cansada do meu olho crítico do mesmo modo como qualquer pessoa por vezes se sente feia.

É normal.

Não faço arquitectura para me divertir.

Faço arquitectura porque esta é quem sou.

Quarta-feira, Dezembro 19, 2007

preconceitos ZERO

A arte surge expontaneamente, logo na infância, do desejo de individualização e auto-expressão - um desejo que necessita da atenção afecuosa e da cooperação sincera dos outros. As crianças, assim como os artistas, exibem um certo amor próprio inocente que as faz ver as suas produções como preciosas e dignas de atenção.
Neste desenho eu tinha 2 anos. O joão tem 1 e começa agora a desenhar.

Terça-feira, Dezembro 04, 2007

Ela é uma menina...

mas toda a gente acha que ela é uma lula!!

:( A tristeza já tocou a todos...

Sexta-feira, Novembro 30, 2007

Interpretação Parque Tejo e Trancão

Sexta-feira, Novembro 23, 2007

Um dos antigos (2003)

para alegrar os corações... ;)

Quarta-feira, Novembro 21, 2007

desculpa

eu...em ti

Sexta-feira, Novembro 09, 2007

Felipe Fontenelle

Parabéns Felipe! E muita "merda" com o novo CD!

Obrigada Cat por me relembrares dos tempos dos musicais! ESTÁS LINDA NO VIDEO-CLIP!

Quinta-feira, Novembro 08, 2007

Jardins prelimpimpins!!

Terça-feira, Novembro 06, 2007

Butades

Origem do desenho: conta-nos Plínio que a filha de Butades “…estava apaixonada por um jovem; quando este partiu para o estrangeiro, ela traçou uma linha ao redor da sombra do seu rosto projectada numa parede pela luz de uma lanterna”. O texto é claro: ela desenha exclusivamente porque ele vai partir. Senão não o desenharia. Ela desenha motivada pela noção de perda. Mário Bismarck PSIAX nº3

Segunda-feira, Novembro 05, 2007

arteetra

The true purpose of art was not to create beautiful objects, he discovered. It was a method of understanding, a way of penetrating the world and finding one’s place in it, and whatever aesthetic qualities an individual canvas might have were almost an incidental by-product of the effort to engage oneself in this struggle, to enter into the thick of things. He untaught himself the rules he had learned, trusting in the landscape as an equal partner, voluntarily abandoning his intentions to the assaults of change, of spontaneity, the onrush of brute particulars. He was no longer afraid of the emptiness around him, and now he was able to feel its indifference as something that belonged to him, as much as he belonged to the silent power of those gigantic spaces himself. The pictures he produced were raw, he said, filed with violent colors and strange, unpremeditated surges of energy, a whirl of forms and light
PAUL AUSTER, moon palace, faber & faber, London/Boston, 1989.

Quinta-feira, Outubro 18, 2007

O power da Cat ...

... a sua voz.

Quarta-feira, Setembro 12, 2007

Pormaiores

É da minha prima.
Só pela imagem do convite (para não ter que dar mais razões) aconselho qualquer pessoa a ir lá espreitar.
Eu vou... e não é por ser minha prima...

Ver também www.manalena.blogspot.com

Quarta-feira, Julho 11, 2007

Uma mão cheia de incógnita

Esta é, até hoje, a fotografia mais bonita que consegui tirar.
Quando passo por ela, não consigo deixar de olhá-la durante algum tempo... tem muito mistério, muita coisa! Mas de todas as coisas que sinto ao ver esta imagem, só publico a minha vontade e a própria (e actual) fonte de inspiração.
...é uma casa abandonada no Bombarral...

Sexta-feira, Junho 29, 2007

no comments necessary

Muito bom!

Segunda-feira, Junho 04, 2007

Conceito Máximo: Workshop IST-UCB

Noutra parte da apresentação ao público disse

"...our main concept would be the idea of “breaking the wall”. This has its importance mainly because the villages along the River Real (and Bombarral as an example), turned their backs to the river and live closed inside it self’s. When breaking the big wall existing between the river and the villages, by opening doors and windows in the now backyards of the houses in the edge, we would have a possible “simbiose” and a much better quality of life for the residents."

Workshop: “Implementação da directiva quadro Água – implicações para o planeamento à escala local – Reabilitação de Frentes Ribeirinhas Urbanas” - IST - UCB.

Conceito1 - Workshop IST-UCB

Em parte da apresentação ao público disse:

"The first concept is to re-fill, re-use the existing abandoned houses instead of building new ones outside the urban perimeter. We think this way, not only because generally speaking this idea is always more sustainable but also in the particular case studies (Vilar and Bombarral) that not-needed expansion is happening and can easily be avoided since this two villages are full with abandoned houses…"

Workshop: “Implementação da directiva quadro Água – implicações para o planeamento à escala local – Reabilitação de Frentes Ribeirinhas Urbanas” - IST - UCB.

Quarta-feira, Maio 02, 2007

scissor sisters

O concerto foi de locos! Mais um daqueles que não se esquecem rapidamente...

Imaginem só, para quem não foi, conhecendo os scissor sisters ou pelas imagens e videos que aqui mostro.... Um must

As imagens e os vídeos não são da minha autoria. O video amador é no coliseu onde foi o concerto em Lisboa.

Adoro as cores desta imagem...

Sexta-feira, Abril 27, 2007

a voar

A voar, é como estou...

Projecto V - Alcantara Rio

Para quem não faz a mínima o que é o meu curso, o que sei fazer e como faço, aqui está uma amostra.

Pormenores de construção:

Simulações: