Lua-de-Mel
Fotografia: Arches National Park
“Estou na Lua-de-mel – road trip por uma parte dos Estados Unidos: Nevada, California, etc; com o “auge” na descida (e subida!!), a pé, do topo do Grand Canyon até ao Colorado – caminhada esta onde o Tomás e eu concretizamos um dos nossos sonhos de, juntos, desafiar a nossa resistência, persistência e sobrevivência ao mesmo tempo que desfrutávamos da natureza num dos seus mais sublimes esplendores. Sabe bem poder ainda dizer que sobrevivemos ao primeiro sonho em vez de dizer que ultrapassamos o primeiro desafio! ;) (quando chegarmos à nossa casinha toda cheia de pó e com mil coisas por fazer… aí é que vamos ter Desafios, com D grande…:P )
MAS, o que não parei de pensar na viagem na Hw1 de Santa Cruz a Santa Barbara foi na sorte inacreditável que tenho em tudo. E nem estou a contar com o Tomás que é o meu Euromilhões! Estou a falar da minha família e dos meus amigos que interiormente sou tantas vezes injusta só por achar que não me estão a dar nenhuma atenção (sim, infelizmente é verdade, está mais que confirmado e sublinhado: sou muito mimada. Mas ao menos sou mimada com essa consciência e com a capacidade também muito grande de não sofrer tanto por o ser! Se é que me faço entender…). A verdade é que eu não tenho direito nenhum de me queixar!! Cheguei à conclusão que tenho mesmo muitos e bons amigos. Ainda por cima eu, um infernozinho de mau feitio! Tenho uma sorte descomunal… que só me dá vontade de passar o resto da vida a agradecer por aquilo que tenho!
A minha avó, minha querida madrinha de baptismo, deu-me um conselho, agora pelo casamento, que hei de conservar para toda a vida – para ser sempre amiga do Tomás. Depois o meu tio ZP deu outro conselho, resumindo, de que os amigos são também das coisas mais importantes da vida, e por isso devem ser bem “regados”. E é isso que tenciono fazer.
Neste momento estou com uma necessidade gigante de agradecer a todos em particular por tudo em geral! Por isso vou tentar, da melhor maneira que sei, com o meu coração, dizer agora quem me deixou ainda mais feliz no que naturalmente já teria sido no dia do meu casamento com o Tomás.
Quero agradecer:
A toda a família. Aos tios Cabrais pela ajuda pré-casamento; aos avós pela moral pregada; à Leonor e ao Jaime pelas ajudas no coro, nas leituras e no missal; à Leonor não por ser minha irmã mas por ser a minha melhor amiga e por estar sempre do meu lado e a torcer por mim nos bons e maus momentos e até mesmo quando eu acho que não preciso de ajuda; aos meus pais por tudo e mais alguma coisa, ao meu pai pela alegria enquanto trabalhava para o casamento (enquanto eu estava em Lisboa…a trabalhar ou a ver se conseguia apanhar sol…) nas duas semanas antes do dia D, à minha mãe pelo rigor com que tratava de tudo sem se esquecer de nada e especialmente pela paciência em me aturar nas decisões que andavam sempre a mudar…e aos dois, mais uma vez, pelo natural esforço económico - custa-me acreditar que mereço tanto.
Aos amigos amigos. Ao João e à Joana SR pelas sms de tranquilidade e serenidade nas vésperas. À Ana S. que, mesmo com a sua gigante personalidade aguentou a minha, e, sem berrar muito comigo me “guiou” de Lisboa ao Bbr. À Sofia M. que chorou no fim da cerimónia e eu nem percebi! e que me tirou o véu. À Chica BS que não pode estar presente mas que nunca se esqueceu de mim. À Sofia S. e à Yasmine terem vindo de tão longe (França e Egipto). Ao Diogo E. por ter ido e por ter olhado para nós com um sorriso antes da oração universal. À Vitória pela companhia, pela fidelidade, pela coragem e pela generosidade...para não dizer mais… por ser uma grande amiga. À Catita pela companhia na véspera, pelos agrafos nos missais e pelo transporte dos cartazes das mesas. À Madalena O. pelo forte abraço. À Marta M. pelas palavras escritas. Ao Sérgio M. pela sua energia positiva que me faz sempre ter a sensação confiança e transparência de pensamento. À Catarina S., Maria B., Marianas C. e Miguel LF pelas sms e telefonemas pós casamento. Por fim, mas a mais importante, à Luisa CC por tudo o que agradeci ao outros, pela sua extrema bondade escondida e ainda pelo seu sentido prático apuradíssimo.
Tenho que agradecer ainda ao tio Francisco SB pelas fotografias espectaculares que tirou (à borliú!!!). À tia Maria L. pelo telefonema amoroso e inesperado a aceitar o convite.”
Julho.2008



















